segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Ainda dos OSCARES...




And the OSCAR goes to... Alicia Vikander!

 Pela beleza, pela simplicidade, o vestido é a minha cara!

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Desculpas são desculpas e amor é amor... Tão simples!

"Esta coisa de gostar de alguém não é para todos e, por vezes – em mais casos do que se possa imaginar – existem pessoas que pura e simplesmente não conseguem gostar de ninguém. Esperem lá, não é que não queiram – querem! – mas quando gostam – e podem gostar muito – há sempre qualquer coisa que os impede. Ou porque a estrada está cortada para obras de pavimentação. Ou porque sofremos de diabetes e não podemos abusar dos açucares. Ou porque sim e não falamos mais nisto. Há muita gente que não pode comer crustáceos, verdade? E porquê? Não faço ideia, mas o médico diz que não podemos porque nascemos assim e nós, resignados, ao aproximar-se o empregado de mesa com meio quilo de gambas que faz favor, vamos dizendo: “Nem pensar, leve isso daqui que me irrita a pele”.

Ora, por vezes, o simples facto de gostarmos de alguém pode provocar-nos uma alergia semelhante. E nós, sabendo-o, mandamos para trás quando estávamos mortinhos por ir em frente. Não vamos.. E muitas das vezes, sabendo deste nosso problema, escolhemos para nós aquilo que sabemos que, invariavelmente, iremos recusar. Daí existirem aquelas pessoas que insistem em afirmar que só se apaixonam pelas pessoas erradas. Mentira. Pensar dessa forma é que é errado, porque o certo é perceber que se nós escolhemos aquela pessoa foi porque já sabíamos que não íamos a lado nenhum e que – aqui entre nós – é até um alívio não dar em nada porque ia ser uma chatice e estava-se mesmo a ver que ia dar nisto. E deu. Do mesmo modo que no final de 10 anos de relacionamento, ou cinco, ou três, há o hábito generalizado de dizermos que aquela pessoa com quem nós nos casámos já não é a mesma pessoa, quando por mais que nos custe, é igualzinha. O que mudou – e o professor Júlio Machado Vaz que se cuide – foram as expectativas que nós criamos em relação a ela. Impressionados?


Pois bem, se me permitem, vou arregaçar as mangas. O que é díficil – dizem – é saber quando gostam de nós. E, quando afirmam isto, bebo logo dois dry martinis para a tosse. Saber quando gostam de nós? Mas com mil raios, isso é o mais fácil porque quando se gosta de alguém não há desculpas nem “ ai que amanhã não dá porque tenho muito trabalho”, nem “ ai que hoje era bom mas tenho outra coisa combinada” nem “ ai que não vi a tua chamada não atendida”.

Quando se gosta de alguém – mas a sério, que é disto que falamos – não há nada mais importante do que essa outra pessoa. E sendo assim, não há sms que não se receba porque possivelmente não vimos, porque se calhar estava a passar num sítio sem rede, porque a minha amiga não me deu o recado, porque não percebi que querias estar comigo, porque recebi as flores mas pensava não serem para mim, porque não estava em casa quando tocaste.

Quando se gosta de alguém temos sempre rede, nunca falha a bateria, nunca nada nos impede de nos vermos e nem de nos encontrarmos no meio de uma multidão de gente. Quando se gosta de alguém não respondemos a uma mensagem só no final do dia, não temos acidentes de carro, nem nunca os nossos pais se sentiram mal a ponto de nos impossibilitarem o nosso encontro. Quando se gosta de alguém, ouvimos sempre o telefone, a campaínha da porta, lemos sempre a mensagem que nos deixaram no vidro embaciado do carro desse Inverno rigoroso. Quando se gosta de alguém – e estou a escrever para os que gostam - vamos para o local do acidente com a carta amigável, vamos ter com ela ao corredor do hospital ver como estão os pais, chamamos os bombeiros para abrirem a porta, mas nada, nada nos impede de estar juntos, porque nada nem ninguém é mais importante, do que nós."

 Fernando Alvim

Porque o que é português também é bom e recomenda-se...

Fim de semana dedicado ao cinema português, com dois actores promissores, Victoria Guerra e Eduardo Frazão.

                                                               Catarina e o Outros

«Catarina e os Outros» é baseado numa história verídica, sobre uma adolescente que após descobrir que é seropositiva decide contaminar os outros.


                                                              Capacete Dourado
Negro da noite, uma estrada mal iluminada, motos em acção brincam com o perigo: um grupo de adolescentes desafia a morte num cruzamento.
Jota é o líder do grupo, inclassificável, vive em permanente conflito com tudo e todos. Não consegue parar. A sua disputa com a vida passa-se numa pequena cidade de província subjugada pela rotina dos pequenos conflitos, dos pequenos poderes e das pequenas traições. A sua forma de testar os limites, mais do que uma atitude de rebeldia, é um confronto com o horizonte do futuro que o aguarda. O seu destino não segue linhas rectas a não ser as do asfalto.
É então que aparece Margarida. Jota não tem interior, Margarida não tem exterior. Apesar disso, ou por isso mesmo, eles encontram-se. O que poderão fazer? Apenas seguir em frente, mesmo que tudo esteja contra eles. O amor é para ser vivido. - See more at: http://www.cinept.ubi.pt/pt/filme/8513/O+Capacete+Dourado#sthash.UM7huB4l.dpuf
Negro da noite, uma estrada mal iluminada, motos em acção brincam com o perigo: um grupo de adolescentes desafia a morte num cruzamento.
Jota é o líder do grupo, inclassificável, vive em permanente conflito com tudo e todos. Não consegue parar. A sua disputa com a vida passa-se numa pequena cidade de província subjugada pela rotina dos pequenos conflitos, dos pequenos poderes e das pequenas traições. A sua forma de testar os limites, mais do que uma atitude de rebeldia, é um confronto com o horizonte do futuro que o aguarda. O seu destino não segue linhas rectas a não ser as do asfalto.
É então que aparece Margarida. Jota não tem interior, Margarida não tem exterior. Apesar disso, ou por isso mesmo, eles encontram-se. O que poderão fazer? Apenas seguir em frente, mesmo que tudo esteja contra eles. O amor é para ser vivido. - See more at: http://www.cinept.ubi.pt/pt/filme/8513/O+Capacete+Dourado#sthash.UM7huB4l.dpuf

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Dos acéfalos com quem nos cruzamos...

O facebook é das piores redes sociais que podem existir, tem as suas coisas boas claro, mas outras medonhas. Desde velhos nojentos com conversas completamente ordinárias, até pessoas completamente acéfalas, que por acaso até temos como amigas porque já trabalharam connosco.
Já há algum tempo que uma dessas personagens me andava a irritar, só vinha ao meu face fazer comentários com o intuito de me denegrir, comentários desprezíveis. Hoje tocou-me num ponto chave, diz-me que eu não posso falar porque não sou mãe!
Isto porque disse que há mulheres que nunca deveriam ser mães e é verdade! Há mulheres que não têm jeito para a maternidade, só são mães porque fica bem perante a sociedade e são como que "obrigadas" a sê-lo! E há mulheres que tanto o querem e não conseguem e que seriam excelentes mães.
Não, realmente não sou mãe e não imaginam o quanto isso me dói e não preciso mesmo que uma pessoa que nada me diz me venha espezinhar com isso...
Eliminei-a!

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016