quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Feliz Natal

A todos os que me seguem e leem as minhas aventuras e desventuras, um Feliz Natal!

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Leitura do momento... "O Bandolim do Capitão Corelli" - Luis Berniéres

A ilha grega da Cefalónia, aparentemente bendita pelos deuses, vai ser palco, a partir de 1939, de uma série de dramáticos acontecimentos. À ocupação italiana sucede-se a invasão alemã, com o seu cortejo de execuções. Depois de 1945 é a vez de os comunistas imporem a sua lei. E quando, finalmente, a paz parecia ter regressado, o mortífero terramoto de 1953 devastou toda a ilha. No meio de tantos dramas, como se tecem os destinos individuais? Um amor tão frágil, como o da Pelágia, a bonita grega, e do sedutor capitão Corelli pode resistir? Resiste-se ao ódio, ao medo, à fome, à loucura e à morte? É possível continuar a viver quando nada mais resta para lhes opor senão memórias, um resto de ternura, música – ah! A música de um certo bandolim...?

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

O Natal e as coisas...

Numa altura como esta em que tanta gente nada tem para comer, acho curioso como há pessoas que continuam a gastar rios de dinheiro nas coisas mais supérfluas que podem existir. Sim a vida são dois dias e temos de os aproveitar, mas será mesmo em coisas fúteis?
Vejo pessoas que não têm onde cair mortas a gastar aos 1000€ em prendas de Natal, mesmo que isso signifique andar a pagar o cartão de crédito o resto do ano, mas o que interessa são as aparências, roupas caras, jóias, carteiras xpto...balelas! Infelizmente até mesmo as crianças são iniciadas neste esbanjamento desde que nascem, das coisas mais tristes que se pode ouvir é uma criança dizer "Não preciso de pedir nada ao Pai Natal, já tenho a Playstation x, a Wii y, os jogos que quero, os bonecos que quero... e o amor? Será que têm? Ah esperem o amor esse é substituído por coisas!
Lembro-me quando era pequenina que os meus pais só me deixavam pedir ao Pai Natal 2 ou 3 coisas e da minha felicidade quando as recebia.
No sábado passado durante uma conversa com uma querida amiga descobri que felizmente ainda existem pessoas com bom senso e que sabem dar estes valores aos filhos.Não, não sou mãe, mas acho que nunca vou ser uma dondoca que estraga os filhos com presentes em vez de amor.
Coisas são coisas, sentimentos são sentimentos e valores são valores!
Minha gente não misturem as coisas não estraguem os vossos filhos, não se esqueçam que eles são o nosso futuro.

domingo, 20 de dezembro de 2015

Às vezes dou por mim a pensar, serei uma má pessoa?
A vida é matreira e prega-nos cada rasteira que nem sei muito bem de onde surgem.
Aos quase 38 anos imaginava-me casada, com filhos e feliz acima de tudo, neste momento não tenho nada disto. Tenho amigos que adoro de coração, tenho uns pais que me adoram e que me acabam por sufocar com o seu excesso de proteção, tenho um trabalho que odeio e tenho uma vida presa ao passsado que ninguém merece ter. Tenho saúde valha-nos isso!
Será assim tão difícil ser-se feliz?
Sou daquelas que acredita num amor e numa cabana e que para o ter não é preciso o maldito dinheiro, basta a vontade.
Um novo ano está a caminho e espero do fundo do coração que seja mais calminho do que este.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Destralhamento de livros

Quem me conhece sabe que eu sou completamente viciada em livros! O cheiro, o toque, nada melhor do que um livro novo. Sou completamente contra e-books!
Já de livros...consumidora compulsiva mesmo!
Infelizmente nem sempre faço as melhores compras e agora obriguei-me, e isto vai custar muito, a fazer o destralhamento dos mesmos.
Sou tão obcecada que mesmo que não esteja a gostar do livro, tenho de o  ler até ao fim!
Isto vai custar... os meus meninos....

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Leituras do momento...

"O meu país inventado" - Isabel Allende 

O amor pelo Chile e uma grande nostalgia são a origem deste livro. A presença contínua do passado, o sentimento de ver-se ausente da pátria, a melancolia por essa perda, a consciência de ter sido peregrina e forasteira: em O Meu País Inventado, Isabel Allende recolhe toda a emoção causada pelo seu afastamento e transmite-a com inteligência e humor. Analisado pelo olhar e pelas recordações da autora, o Chile torna-se um país real e simultaneamente fantástico, uma terra estoica e hospitaleira, de homens machistas e mulheres fortes, apegadas à terra. Mas, essencialmente, é o cenário da sua infância que aparece retratado: evocados com graça, aqui ganham vida de novo a sua original família, a casa dos avós, o cerimonial dos almoços, as histórias entrelaçadas, a do seu país e a sua própria, num tom intimista, de poética confissão autobiográfica.